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Em abril de 2015, foi detectada no Brasil a circulação autóctone (local) do vírus zika. Atualmente, há registro de circulação do vírus nas 27 Unidades da Federação (UFs) do Brasil.
O aumento das ocorrências de microcefalia e outras doenças neurológicas, como a síndrome de Guillain-Barré, e a descoberta de que essas ocorrências estavam associadas à epidemia de zika levaram o Brasil a declarar, em novembro de 2015, Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional. A OMS/OPAS seguiu o país em fevereiro de 2016, declarando o zika uma emergência em saúde pública de importância internacional.

Segundo dados do Ministério da Saúde, em 2016 foram registrados 196.976 casos prováveis de febre pelo vírus zika no país (taxa de incidência de 96,3 casos/100 mil hab.) até 13/8/2016, distribuídos em 2.277 municípios. Destes, 132.524 (67,3%) foram notificados em mulheres, dos quais 96.494 (72,8%) em mulheres em idade fértil (faixa etária de 10 a 49 anos). Nesse mesmo período, foram notificados 16.264 (16,9%) casos prováveis em gestantes no Brasil (Tabela 1). A maior concentração de casos ocorreu entre os meses de fevereiro e março. As regiões Centro-Oeste e Nordeste apresentam as maiores taxas de incidência da doença.

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Para consultar os Boletins Epidemiológicos do Ministério da Saúde, com os últimos dados sobre zika e outras doenças, acesse: http://bit.ly/2buC1VV

Para esclarecer dúvidas e obter informações adicionais, acesse a Sala de Situação do Zika da OPAS/OMS: http://bit.ly/2fXiPnx

Perguntas e respostas sobre o vírus zika e suas consequências: http://bit.ly/2fXgA3H